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Marketing 4.0

O conceito desenvolvido por Philip Kotler é a convergência entre as interações online e off-line como vantagem competitiva. As pessoas interagem no ambiente digital, mas dão valor para a experiência física. A proposta é elaborar formas para aumentar a produtividade, entendendo os caminhos do consumidor na era digital.

Uma ampliação do marketing centrado no ser humano, que procura humanizar as marcas; maior atenção ao conteúdo para gerar conversas com o cliente; maior atenção ao engajamento, ações planejadas para cobrir cada aspecto da jornada do cliente.

O poder está nas mãos das comunidades, elas são fontes de influência. Conversas espontâneas sobre marcas possuem mais credibilidade do que campanhas publicitárias voltadas para um público específico. Os consumidores acreditam mais no fator social (amigos, família, seguidores do Facebook e do Twitter) do que nas comunicações de marketing. A marca tem que ser honesta, declarar e vivenciar seus verdadeiros valores.

O consumidor é mídia ativa na comunicação, conteúdo é o novo anúncio, #hastag o novo slogan.

Integração das mídias e experiência tradicionais e digitais, comunicação onicanal (omnichannel), unindo o que é melhor nas mídias on e off line.

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Os cegos e o elefante

Para compreender o todo, devemos compreender as partes.
A fábula “Os Cegos e o Elefante”, escrita por John Godfrey Saxe no século XIX é atemporal.
Muitos de nós iremos identificar situações vividas em reuniões, projetos, planejamentos, onde os integrantes não concordam na soma de ideias e querem impor “sua verdade” como fosse absoluta.

Os Cegos e o Elefante
por John Godfrey Saxe (1816-1887)

Eram seis homens do Hindustão
Inclinados para aprender muito,
Que foram ver o elefante
(Embora todos fossem cegos)
Que cada um por, observação,
Poderia satisfazer sua mente.

O Primeiro aproximou-se do Elefante,
E aconteceu de chocar-se
Contra seu amplo e forte lado
Imediatamente começou a gritar:
“Deus me abençoe, mas o Elefante
É semelhante a um muro”.

O Segundo, pegando na presa,
Gritou, “Oh! O que temos aqui
Tão redondo, liso e pontiagudo?
Para mim isto é muito claro
Esta maravilha de Elefante
é muito semelhante a uma lança!”

O Terceiro aproximou-se do animal
E aconteceu de pegar
A sinuosa tromba com suas mãos,
Assim, falou em voz alta:
“Vejo”, disse ele ” o Elefante
É muito parecido com uma cobra!”

O Quarto esticou a mão, ansioso
E apalpou em torno do joelho.
“Com o que este maravilhoso animal
Se parece é muito fácil”, disse ele:
“Está bem claro que o Elefante
É muito semelhante a uma árvore!”

O Quinto, por acaso, tocou a orelha,
E disse: ” Até um cego
Pode dizer com o que ele se parece:
Negue quem puder,
Esta maravilha de Elefante
É muito parecido com um leque!”

O Sexto, mal havia começado
A apalpar o animal,
Pegou na calda que balançava
E veio ao seu alcance.
“Vejo”, disse ele, ” o Elefante
é muito semelhante a uma corda!”

E assim esses homens do Hindustão
Discutiram por muito tempo,
Cada um com sua opinião,
Excessivamente rígida e forte.
Embora cada um estivesse, em parte, certo,
Todos estavam errados!

MORAL

Com frequência em guerras teológicas,
Os disputantes, eu suponho,
Prosseguem em total ignorância
Daquilo em que cada um dos outros quer dizer,
E discutem sobre um elefante
Que nenhum deles viu!